quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Conselho!!

Jorge Aragão - "Conselho"

Deixe de lado esse baixo astral
Ergua a cabeça enfrente o mal
Agindo assim será vital para o teu coração
É que em cada experiência se aprende uma lição
Eu já sofri por amar assim
Me dediquei mas foi tudo em vão
Pra que se lamentar
Se em tua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor
Assim sucumbirá a dor
Tem que lutar
Só se entregar
A quem te merecer
Não estou dando nem vendendo
Como o ditado diz
O meu conselho é pra te ver feliz
Deixe de lado esse baixo astral
Erga a cabeça enfrente o mal
Que agindo assim será vital para o seu coração
É que em cada experiência se aprende uma lição
Eu já sofri por amar assim
Me dediquei mas foi tudo em vão
Pra que se lamentar
Se em sua vida pode encontrar
Quem te ame com toda força e ardor
Pois só
Assim sucumbirá a dor (tem que lutar)
Tem que lutar
Não se abater
Só se entregar
A quem te merecer
Não estou dando nem vendendo
Como o ditado diz
O meu conselho é pra te ver feliz

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O Negro do Universo das Cores

(um ano depois... fica parte de um todo!)


Por extensos momentos toquei com os meus pés no chão. Os meus olhos encontravam-se desprovidos de expressões, sem vida… por extensos momentos a minha alma ausentou-se da minha vida. Calmamente, curvada, pé aqui, pé ali, começo a enfrentar os tormentos que se tinham abatido sobre mim. Foi uma boa luta em defesa da vida, em combate contra a tentação de onde ressaltaram golpes de paixão, gemidos de tormentos, ataques de dúvidas. Foi um caminho de longa escuridão onde o tempo recuava. (...)

Agora, tempos mais à frente, onde os momentos felizes contrastam somente com a fragrância de uma vida deliciosa, onde tudo é tão limpo, sem maus odores, vivo e sou parte de uma gente feliz que vive junta e em consonância com a vida. Parte de uma gente que apresenta uma porção imensa de sensações agradáveis. Perfeitos arquitectos de emoções…
Agora, tempos mais à frente o meu coração dispara constantemente com a vida…
Agora, tempos mais à frente o tempo avança. (...)



(em 12 meses de partilha, tudo e nada mudou)

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

**VoToS**[I]

FELiz naTAL


Com PaZ e AmOR

&

FELiz 2009

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Shall We Dance?

Abrindo caminho através daquele areal consigo vislumbrar a desordem que a sua vida babilónica lhe causa. Em titânicos sons provocados pelas ondas do mar distingo o impulso da sua voz que de tão simples o erige a uma condição proibida a muitos. O seu olhar encanta as deusas da Terra, petrifica os mais sensíveis e emana compreensões impossíveis de reconhecer pela lógica milenária de déspota solitária. Espalha ventos de paixões irreprimíveis sem limites, ventos de astúcias formas de saciar a sua sede de sedução. Junto a si sinto a sua aura que reflecte sonhos lunares de um solitário extasiado de amores que não são um privilégio da sua natureza e que tantas vezes gostaria que fossem meras alucinações suplantadas pelo prazer que a novidade lhe traz. Ao tocá-lo suporto sonhos e suspiros reprimidos em mim pela ilusão que consegue criar na confusão da minha identidade. Em mim distribui felicidade, dúvidas na honestidade, focos luminosos sobre um tempo consciente de sombras de uma felicidade senil. Você sustenta as minhas ânsias com as melodias que arranca dos meus lábios. Meia adormecida na teia que tece à nossa volta, respiro o aroma da sua quinta essência… e sabe? Vou gostando..

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Reflexus de meu espírito

Repetirei isto cem ou duzentas vezes até que se torne uma condição, mas....


Neste momento sou incapaz de fazer distinções moralizadoras porque o meu condicionalismo é grosseiro e os meus impulsos transbordam sentimentos, paixão, euforia e tudo mais aquilo que jamais eu poderia estar a sentir agora. O espaço que separa o desejo e a consciência é enorme, contudo reduz-se a uma inútil separação quando avisto a tua vida emotivamente maravilhosa ao alcance de um olhar.

Como tudo isto chega a ser engraçado! E digo-o em tom exclamativo para reforçar toda a ironia que posso aplicar nesta frase.

Vejo constantemente imagens onde posso ouvir suaves melodias, onde posso sentir doces aromas, tocar texturas indescritíveis, onde sinto os jogos encantadores que deliciosamente jogamos...


Repetirei isto cem ou duzentas vezes até que se torne uma condição, mas....

domingo, 16 de novembro de 2008

Um MiMo**_____________ p'ra ti

Coldplay - Speed of Sound

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Love____by_me**


"Won't you dance with me
In my world of fantasy
Won't you dance with me
Ritual fertility
Like an apparition
You don't seem real at all
Like a premonition
Of curses on my soul"
Nouvelle Vague
After all, I still love you..




terça-feira, 4 de novembro de 2008

Depois...*

Admirada pela revelação de que tudo encontra o seu lugar no mundo e iludida por pensamentos mistificados, segui rumo à cogitação.
Lembro que o ar estava abafado e a minha face sentia o toque de uma chuva miudinha que teimava em bailar. Era chuva de Outono. O céu embrenhava um brilho azulado e uma percepção instantânea da estrela da tarde que fazia estremecer com espanto os meus olhos. Em redor de ocultos alcances reconheço aparições de vozes interiores que gritam por ti, que almejam as noites quentes de Verão. E, já mais tarde, arrastada numa insónia que proclama por uma eterna permanência tua, percorro os esconderijos dos pensamentos mais ocultos dos jogos que encerramos. No limite de uma loucura sadia, deixo ao acaso cada suplantação de pedaços de uma imaginação conflituosa que vai reconstruindo aos poucos cada momento agraciado pela tua presença. Nada é deixado ao acaso… A cada passagem efémera traço sorrisos incrédulos da intensidade do que sinto. Seguramente forçaste as minhas barreiras, atingiste com zelo o meu coração e fazes-me suspirar excessivamente. Sim. Ainda! Vivemos intensamente porque sempre acreditamos que cada minuto depois era um minuto antes de qualquer coisa. Lembras das nossas cumplicidades transparentemente sugestivas do cheiro da tentação? Lembras como eram risonhas e maliciosas? (Adorava quando me prendias o cabelo nas tuas mãos… Adorava quando divinamente passeavas pelo meu corpo. – Esboço, agora, um sorriso contemplativo!)
Chega a ser custoso permanecer na realidade e não poder esticar os braços na imaginação contemplativa das horas que foram perfeitamente caudais de atrevimentos e que se soltam agora em mim em forma de lágrimas de saudade…


segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Pintar a vida a cores

...O meu alter ego é agora aquele ninguém que mais me incomoda neste momento,
o meu outro lado...


...minha frente e o meu verso!...


...tantas vezes me conduz para a magia,
hoje arranca-me dos sonhos...


...Doce ou fraca conforme me apetece....


...Esquecida por todos e esquecida por mim. ...


...unum...

Regina Spektor - Fidelity

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Brincadeiras de amor

“…Um murmúrio de espanto onde o teu sorriso é projectado desse teu rosto liso. Usas esse sorriso incolor e num gesto fazes-me sentir ondulações voluptuosas de amor. Petrifico com esse momento e progressivamente perco a nitidez das certezas. Os nossos olhares flutuam pelos segredos comicamente indecentes que provocam distensões na nossa tez. Projecto em ti os meus braços e escondo o meu rosto no teu peito. Num voo rápido de simples palavras sopraste ao meu ouvido cânticos de dias formidavelmente belos. Ecoaste junto da minha face literaturas de carícias. Manifestaste pelo meu corpo actos eficazes de intensa e vibrante paixão numa cena de encontro entre dois amantes. Senti a poesia do teu corpo. Senti a poesia da vida….”

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Interioridades

Simbólica é a mensagem que pretendo transmitir sobre pilares de figuras que se entrelaçam transversalmente sobre o que penso, sobre o que sinto. Posso começar por afirmar ao som de compassos melódicos que infinitas vezes acalmaste o meu espírito sobressaltado pelos gritos que a vida, através de fortes arcadas, me transmitiu e que alegoricamente tentou ramificar pelas abóbadas da minha alma. Visões horríveis que não pretendo figurar mais.
Da tua danação pelos fantasmas, que insistem em atormentar a vida das sumptuosas colunas de felicidade que suportam a vida, recolhi rigidez, coragem, vida… incrível como mesmo reunidos em consistório tu os vencias com as tuas palavras. Delas tive visões potentes que sacudiam as dores que sentia no peito, dores que me espetavam e me sangravam a vida, dores que me ceifavam os sorrisos dos meus lábios.
Leste as gotas truculentas que fui deixando aqui, ali… Juntaste-as e tiveste a capacidade, a sagacidade de inspirar, criar um rio inspirado nas procissões das minhas dores. Soubeste sem saber paparicar as feridas do meu espírito e brotaste expressões leves no meu rosto. Apertaste contra mim imaginações de simples mas suficientes esperanças. Ergueste-me do chão, conduziste-me ao pátio da luz e manuscreveste amplas janelas de traduções para o que transtornava severamente os meus dias. Traduziste, portanto, o que desdenhava descobrir: a verdade do erro .
Aconselhaste-me a interpretar de forma não exagerada os fantasmas monstruosos que inspiravam os meus riscos, os meus traços visíveis e invisíveis. Aludis-te que evitasse a ira, as emblemáticas metamorfoses que conduzem a alma à luz trémula de quem está próximo de cair bem fundo. Mencionaste as fábulas da elevada moral, da luz forte. Deste-me o teu testemunho… Não foste o salvador, mas o sublime que, na parte obscura da história da descoberta, me forneceu as pistas sem qualquer insinuação ou suspeita. Consideraste-me.
Contigo compreendi que a vida não se contempla. Compreendi que a vida é uma história que devemos viver.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

No inferno, com o coração..

É uma espécie de reverência sobre um assunto esquecido e cuja expressão é intrépida. O sorriso, esse, ainda continua contido, acanhado, mas ambicioso e com sede de espelhar indícios indulgentes de felicidade. O essencial agora é saber amedrontar o silêncio e experimentar um dia de cada vez com o ardor e pensamento de pessoas que exprimem sem incómodos e privações de nada, amizades e gestos elegantes de extrema cumplicidade, livre daquele nudismo provocado pela opacidade. Prorrogaremos a seriedade contida neste voltar de cara para o mesmo lado…
No escuro beijei pensamentos de longa duração, acariciei palavras proferidas, abracei a tua memória. Nesta pausa visualizo o teu retrato cheio de sombras e relevos. Finjo ter esquecido aquelas tristes figuras, que de desgosto a sentimento amargo tudo possuem. É ridículo? Sim, é. Tenho muita pena, mas estas visões ainda me ofendem a moral com uma única diferença… de um ódio inextinguível que me sofria o coração passo a gestos de indiferença, indignações sem esperança, actos de fazer perdoar a dor. Indiferença? Sê-lo-ia em todo o caso… mas no confronto: se te olhasse nos olhos, se te acariciasse essa expressão secreta, se te delineasse o corpo, se te beijasse a tez, era com uma simplicidade desumana que te diria “gosto-te” sem pudores, sem censuras, sem desapontamentos, sem arrependimentos.. E aí enchia o meu desgosto e piedade com o calor da paixão translúcida que surgiria do limiar de cada toque prevaricador, de cada maneira estranha e tímida de sentir-te.

(Re)Suspiru**



Quando apago a luz e tento dormir, sinto as ondas que irrompem o quarto soprando-me ao ouvido aqueles sons que me fazem respirar fundo… penso que seja por haver dias como estes, onde o conhecimento esperado se transforma em nostalgia de tempos que foram…
Porque o que um dia fez sentido...

...deixa de o fazer.

Porque o que um dia foi...

...não o é mais.
Regresso!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sem Suspirus



Porque o que um dia fez sentido...
...deixa de o fazer.
Porque o que um dia foi...
...não o é mais.
Despeço-me.

Foi um Prazer.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sons d'Espírito ~8~




Vida em câmara lenta,
Oito ou oitenta,
Sinto que vou emergir,
Já sei de cor todas as canções de amor,
Para a conquista partir.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

Vida á média rés,
Levanta os pés
Não vás em futebois, apesar…
Do intervalo, que é quando eu falo,
Para não me incomodar.

Diz que tenho sal,
Não me deixes mal,
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…

Não me deixes já
Historia que não terminou
Não me deixes…

No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…


No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto onde eu não entrei,
Noticia do jornal
O quadro minimal… Sou eu…



Per7ume - Intervalo (parte especial de Rui Veloso)



(DELICIOSA...)

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Marasmo...


Fecho os olhos e procuro a harmonia nos meus pensamentos. Faço-os rodopiar um pouco com a intenção consciente de os confundir. Pressinto que neste jogo também eu me confundi. Existem muitas lacunas no meu sistema intelectual, lacunas que não compreendo, lacunas que estão para lá da minha compreensão. Talvez sua compreensão até seja impossível. Talvez... Invoco imagens com vontade e intuito de alimentar certezas mas tudo quanto consigo é uma série de neutralidades que se esbatem em mim e troçam da minha sabedoria. Por mais que aprecie desafios começo, de pouco a pouco, a tomar conhecimento das minhas limitações, quer físicas, quer intelectuais. Começo definitivamente a apreciar o silêncio das certezas e a calar os mínimos pormenores que ateavam a minha curiosidade. Confesso que o faço com determinado alívio. O bastante para não procurar sequer as ideias que poderiam esclarecer estes meus novos ataques de estar na vida, de estar no mundo. Estes novos ataques de simplesmente ser, estando... À tona uma série de contradições acentuadas carregadas de enigmas que não quero mais. Quero pronunciar palavras soltas, sem definições bizarras, sem acentuações exageradas. Sigo com prazer o afastamento que as sensações me causam. Sigo com prazer a aproximação que as mesmas me proporcionam. Sigo a aceitação sem questionar a razão. Tomo e aceito um comportamento e envergo-o se assim entender. Tomo e aceito as impressões da vida sem refutar a lógica. Instalo-me activamente na passividade. Não baixo os braços. Apenas não faço questão de mostrar que os ergo. Deixo de agora em diante os desafios das dialécticas estranhas. Tomo tudo como efectivo e não exploro as suas possibilidades. Não aceito mais as contradições daquilo que simplesmente é contraditório. E sabes porquê? Porque luto pelo encerramento da existência deste sofrimento que é tentar perceber. Porque luto pelo encerramento da inexistência da necessidade de viver. Não vou mais desafiar respostas dadas. E sim, tenho consciência desta enorme contradição de palavras que acabo de expressar. Mas eu sou assim. São coisas do meu ser. Ou da minha falta de ser!! Sabe-se lá... Apenas sou Eu! Uns dias cá... outros lá.

domingo, 15 de junho de 2008

Rogo...

Tudo está demasiadamente silencioso cá fora... Reparo na calma do mar. Aliás, reparo que tudo o que me rodeia apresenta uma aparente calma. Uma calma que chega a contrastar exageradamente com o turbilhão que carrego dentro de mim. O tempo está cinzento e parece que vai a qualquer instante suspirar trovoadas. Trovoadas que já pairam na minha cabeça faz tempo. Trovoadas que emitem sons irreais.
O meu olhar fixa agora aquele ponto mais longe que consigo imaginar. A minha expressão é fixa e nada parece desvia-la do foco. De repente o meu interesse é assolado por percepções que tento a muito custo evitar. Sem dúvida que as percepções são simplesmente mais uma ilusão daquilo que tanto desejo. Nunca mais pára! Nunca mais pára! Porquê? Diz-me Meu Deus... só peço que retires a sua presença do meu pensamento... já nem peço para tirar do meu coração! Não achas que está na altura de alterares a minha vida? Porque estás Tu a limitar o meu infinito espírito de continuar o seu caminho? Altera, realtera, ordena, reordena... mas tira isto de dentro de mim que me está a consumir. Ouve-me.

sábado, 14 de junho de 2008

Na Presença de uma Recordação

Lado a lado caminhávamos ao longo de todo aquele gradeamento, lembras? Ainda me entusiasmo sempre que recordo as nossas conversas, parece que ainda escuto a tua voz doce, melancólica, viciante, deliciosamente agradável. Igual a ti!! Adorava ouvir-te falar.
Recordo a tua prudência instintiva que te dotava de um encanto fatalmente intelectual, onde a tua curiosidade se confundia numa inocente caracterização digna de um gentleman. Sim, as tuas palavras eram suaves melodias que me embalavam... As tuas palavras eram uma sinfonia que nos envolvia em deambulações.
Ao lembrar este estado anterior a minha alma ainda entra em contacto directo com cada sensação sentida, partilhada... a minha alma ainda entra em contacto directo com a tua. Enquanto te sentir vou fazer parar o tempo várias vezes para... para fechar os olhos e caminhar lado a lado contigo.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Consciencializações Inconscientes

Atravesso o terraço e sobre mim caiem olhares da mais profunda solidão. O meu desprezo intensifica-se e experimento hostilidades que o meu corpo começa a libertar tão perfeitamente à vontade que não chego a ter consciência dos mesmos. É um comportamento depreciativo, bem sei... e portanto depressa passo por experiências de temíveis culpas, de temíveis consciencializações que jamais havia imaginado.

Contemplo e recordo os episódios nocturnos que me têm assombrado. Episódios que penetram o meu sono, que agitam o meu outro mundo, o meu universo espiritual.


-Oh, como me sinto cansada...